Tenente da ROTA e irmão de Eloa é morto a tiros em ataque de dois bandidos
O tenente Ronicksinb Pimentel, da ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), foi assassinado a tiros na manhã deste sábado. Segundo informações preliminares, dois criminosos dispararam contra a nuca do policial militar, em um ato descrito pelas autoridades como "covarde e cruel".
Pimentel era irmão de Eloa, jovem que foi morta a tiros em um caso que ganhou grande repercussão nacional. Ainda não há informações sobre a relação entre os crimes ou se o ataque ao tenente.
Investigadores da Polícia Civil trabalham para identificar e localizar os suspeitos. A Secretaria da Segurança Pública manifestou solidariedade à família e afirmou que "a justiça será feita". O enterro está previsto para este sábado, em local ainda não divulgado.
Deputada Mical Damasceno foi humilhada e impedida de deixar sede da SMTT em São Luís ao cobrar restrições a evangelizações
A deputada estadual Mical Damasceno (Republicanos) afirmou, nesta sexta-feira (26), que foi impedida de deixar as dependências da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) em São Luís após buscar esclarecimentos sobre denúncias de restrições a ações evangelísticas na cidade. O episódio, que ganhou repercussão em vídeos divulgados nas redes sociais, levanta questionamentos sobre liberdade religiosa, prerrogativas parlamentares e atuação administrativa do poder público municipal.
Segundo a parlamentar, líderes e pastores vêm relatando dificuldades e negativas para realizar evangelizações em terminais de integração, grandes avenidas e praças públicas da capital maranhense. Em resposta a essas queixas, Mical Damasceno compareceu à SMTT para solicitar explicações e cobrar providências.
De acordo com a deputada, ao final da visita o veículo em que estava foi cercado por viaturas, o que teria impedido sua saída. Em gravação publicada por Mical nas redes sociais, ela afirma que não cometeu crime e questiona a restrição de seu direito de ir e vir: “Eu vim apenas reivindicar os nossos direitos. Não cometi nenhum crime. E agora estou tendo o meu direito de ir e vir tolhido”, declarou durante transmissão ainda dentro do carro.
A parlamentar também afirmou que sua equipe foi orientada a interromper gravações dentro das dependências da SMTT e responsabilizou a gestão municipal pelo ocorrido. Não houve, até o momento, posicionamento oficial completo da secretaria sobre as acusações.
Repercussão: O caso rapidamente mobilizou lideranças políticas e religiosas, além de provocar debate entre internautas sobre os limites da ação de órgãos públicos e a garantia constitucional de liberdade de culto e manifestação religiosa. Parlamentares aliados e representantes de movimentos evangélicos publicaram notas de apoio a Mical, enquanto opositores e setores administrativos pedem esclarecimentos formais.
Contexto legal e político: A Constituição Federal assegura a liberdade religiosa e o direito de reunião em locais públicos, mas esses direitos podem ser regulamentados por leis e normas municipais que tratam de uso do solo, segurança, trânsito e organização de eventos. A discussão jurídica tende a girar em torno de eventuais autorizações, regras de segurança para grandes aglomerações e se houve ou não abuso de autoridade ou restrição indevida por parte da SMTT.
Possíveis desdobramentos:
- Pedido de explicações formal e instauração de procedimento administrativo pela SMTT;
- Abertura de investigação por órgãos de controle ou pela própria Assembleia Legislativa sobre ocorrência de possível abuso de autoridade;
- Repercussão política local com pressão de grupos religiosos e parlamentares por esclarecimentos e medidas;
- Ações judiciais, caso a deputada ou terceiros entendam que houve violação de direitos constitucionais.
O que falta apurar:
- Versão oficial e detalhada da SMTT sobre os fatos, inclusive sobre a presença de viaturas e a ordem de impedir a saída do veículo;
- Existência de notificações, autorizações ou normas municipais que embasem a eventual restrição de evangelizações em locais públicos;
- Registros formais de reclamações de pastores e líderes sobre a negativa de autorização para atividades evangelísticas.
Conclusão: O episódio envolvendo Mical Damasceno e a SMTT tende a permanecer no centro do debate público nos próximos dias, com potencial para gerar ações administrativas e judiciais. Resta aguardar as investigações e as posições oficiais para esclarecer os fatos e definir responsabilidades.
Fonte: relatos públicos da deputada e vídeos divulgados nas redes sociais. Procurada, a SMTT ainda não apresentou posicionamento oficial até a publicação deste texto.
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