Suposta fraude em licitação coloca contrato milionário de iluminação pública de Arame sob suspeita

 


A licitação da iluminação pública do município de Arame, no Maranhão, entrou na mira de denúncias e pode se transformar em mais um escândalo envolvendo contratos públicos no interior do estado.

Segundo informações levantadas por especialistas e denunciantes, a empresa GLD Construtora LTDA, sediada na capital maranhense, teria vencido/Habilitada o certame mesmo apresentando supostas irregularidades documentais consideradas graves dentro do processo licitatório.

Entre os principais questionamentos está a ausência de balanço patrimonial devidamente registrado na Junta Comercial, documento considerado essencial para comprovação da capacidade econômico-financeira da empresa em procedimentos licitatórios, conforme previsto na legislação vigente.

Para especialistas ouvidos pela reportagem, a ausência desse requisito pode comprometer a legalidade do certame e até configurar possível fraude processual, caso tenha havido flexibilização indevida das exigências editalícias.

O contrato investigado envolve serviços de manutenção, modernização e ampliação do sistema de iluminação pública do município, um dos contratos de maior valor da atual gestão.

Nos bastidores políticos de Arame, cresce a suspeita de direcionamento da licitação, principalmente após empresas concorrentes levantarem questionamentos sobre a habilitação da vencedora.

O caso já teria chegado ao conhecimento do Ministério Público do Maranhão (MPMA), que acompanha as denúncias e poderá instaurar procedimento para apurar possíveis irregularidades no processo licitatório.

Caso sejam confirmadas as suspeitas, a licitação poderá ser anulada, além da responsabilização administrativa, civil e até criminal dos envolvidos.

Enquanto isso, a população aguarda respostas sobre a transparência na aplicação dos recursos públicos e cobra rigor dos órgãos de fiscalização diante das denúncias que colocam sob suspeita um contrato milionário da gestão municipal.

Enquanto o povo sofre, prefeitos compram fazendas e postos, denuncia jornalista



A revolta contra a velha política municipal voltou a ganhar força nas redes sociais após declarações polêmicas do jornalista Nilton Cezar, que criticou duramente prefeitos e câmaras de vereadores pelo que classificou como “abandono da fiscalização pública” no Brasil.

Durante comentário em tom de indignação, o jornalista questionou o enriquecimento de gestores públicos enquanto a população enfrenta dificuldades básicas.

“O que passa na cabeça desses prefeitos? Se danam a comprar posto de gasolina, fazenda, patrimônio…”, disparou.

A fala rapidamente repercutiu nas redes sociais e grupos políticos, principalmente em cidades do interior, onde frequentemente surgem denúncias envolvendo crescimento patrimonial de agentes públicos.

Nilton Cezar também direcionou críticas ao poder legislativo municipal, afirmando que muitas câmaras de vereadores deixaram de cumprir seu verdadeiro papel de fiscalização.

“Essas câmaras de vereadores não servem pra nada”, afirmou o jornalista ao comentar a falta de investigações e cobranças sobre contratos, licitações e gastos públicos.

Segundo ele, o problema também estaria ligado às falhas da legislação brasileira, que, na visão do comunicador, permite brechas e impunidade para agentes públicos envolvidos em suspeitas de irregularidades.

As declarações geraram debate entre internautas. Enquanto alguns concordaram com as críticas e defenderam maior fiscalização do dinheiro público, outros consideraram exageradas as afirmações contra o legislativo municipal.

O tema reacende uma discussão antiga no país: até onde vai a responsabilidade dos vereadores na fiscalização das prefeituras e por que tantos escândalos continuam surgindo sem punições efetivas?

Cidelândia conquista nota “A” no CAPAG (Tesouro Nacional) e se destaca como um dos municípios mais bem administrados do Maranhão

 

A atual gestão  já ganhou Selo Ouro na Transparência Pública (92,3%) pelo TCE  e Selo Ouro na Educação Infantil (Programa Nacional de Alfabetização)

O município de Cidelândia mais uma vez se destaca no cenário da administração pública municipal. A gestão do prefeito Eustáquio Sampaio conquistou nota “A” em todos os indicadores da Capacidade de Pagamento (CAPAG), avaliação realizada pelo Tesouro Nacional por meio do Tesouro Transparente.

Com desempenho considerado de excelência, o município de Cidelândia demonstra equilíbrio fiscal, responsabilidade administrativa e compromisso com a correta aplicação dos recursos públicos. A gestão municipal conquistou nota máxima em capacidade de pagamento, mantendo as contas públicas organizadas, com controle das despesas e respeito aos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Outro dado que reforça a boa gestão financeira é a sólida reserva de caixa do município, índice que supera com ampla margem o mínimo exigido pelo Tesouro Nacional. O resultado evidencia a capacidade de investimento, planejamento e organização fiscal da administração municipal, garantindo maior segurança financeira e condições para continuidade de obras, ações e serviços em benefício da população.

Se usarmos como referência municípios da região Sul Maranhense, o resultado reforça ainda mais o destaque de Cidelândia na gestão fiscal e financeira. Enquanto Cidelândia conquistou nota A na CAPAG, considerada a classificação máxima do Tesouro Nacional, municípios importantes da região receberam avaliações inferiores, como Açailândia, com nota B, e Imperatriz e Buriticupu, ambos com nota C.

Desde o início da gestão, o prefeito Eustáquio Sampaio vem priorizando o pagamento das contas em dia, o controle responsável dos gastos públicos e a transparência administrativa.

“Estamos avançando, com a casa em ordem, e isso é resultado do trabalho de toda a nossa equipe, que atua diariamente com responsabilidade, compromisso e dedicação pelo nosso município”, destacou o gestor.

Com a conquista da nota máxima no CAPAG, Cidelândia consolida-se como referência em responsabilidade fiscal, transparência e eficiência administrativa no Maranhão.

Deputado JP recebe Título de Cidadão pelo trabalho realizado pelo estado do MA



O Deputado Federal Josivaldo JP foi agraciado nesta sexta-feira (15) com o Título de Cidadão Maranhense. A honraria foi concedida pela Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA), e, segundo JP, “é representação maior de todo um sonho, trabalho e dedicação para transformar a vida do nosso povo”.

Em seu discurso, JP citou a sua origem simples e agradeceu a oportunidade de representar o povo do estado, trabalhando para que a população tenha melhores condições. Desta maneira, segundo ele, suas ações são priorizadas na Saúde, Infraestrutura, Agricultura, Assistência Social e Educação.

“Como Deputado Federal, trabalho todos os dias para que a nossa população tenha sempre condições mais dignas. Não meço esforços para isso! E, como cidadão apaixonado pelo meu estado e ciente que ainda enfrentamos problemas, me cobro para que o meu mandado na Câmara dos Deputados seja o instrumento de mudança que o nosso povo precisa”, destacou.

JP também agradeceu o Deputado Estadual Cláudio Cunha, autor da indicação do prêmio, e ressaltou que segue “firme” no seu compromisso, “trabalhando e honrando cada oportunidade com responsabilidade e dedicação”.

Reconhecimentos Oficiais

O Deputado JP já foi agraciado pelos serviços prestados a diversos municípios, entre eles Bom Jesus das Selvas, Grajaú, Imperatriz, João Lisboa e São Francisco do Brejão. O parlamentar também recebeu, por duas vezes, o PRÊMIO REMADD. A honraria da Rede Maranhense de Diálogos sobre Drogas (REMADD) reconhece e homenageia o trabalho realizado pelo parlamentar em favor das Comunidades Terapêuticas e dos seus acolhidos.

Sem envio ao SIOPE, professores de Açailândia já dão adeus ao rateio



A situação administrativa de Açailândia virou motivo de preocupação e também de revolta entre servidores da educação. Segundo informações obtidas após consulta ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (SIOPE), a gestão municipal ainda não teria enviado ou transmitido dados referentes aos repasses e aplicações de recursos da educação no exercício de 2025.

O problema, que parece técnico à primeira vista, pode gerar consequências nada técnicas para o município: bloqueio de recursos federais, irregularidades fiscais e até prejuízos diretos aos profissionais da educação.

Nos grupos de WhatsApp e redes sociais, o clima entre professores já é de velório administrativo. Tem educador dizendo que o famoso rateio do FUNDEB “já foi de arrasta”. Outros afirmam que a gestão conseguiu a façanha de transformar expectativa de valorização em dor de cabeça coletiva.

“Professor em Açailândia agora não espera mais rateio, espera milagre”, comentou um servidor indignado em uma publicação que circula nas redes.

Especialistas alertam que a ausência de envio das informações ao SIOPE pode comprometer o acompanhamento da aplicação mínima constitucional em educação, além de gerar pendências junto ao FNDE e outros órgãos federais.

Enquanto isso, a população acompanha perplexa o que muitos já classificam como um verdadeiro apagão administrativo. Em vez de apresentar soluções ou esclarecimentos públicos, a gestão segue em silêncio, enquanto cresce a preocupação sobre possíveis perdas de recursos essenciais para o município.

Nos corredores da cidade, o comentário é um só: se continuar nesse ritmo, Açailândia corre o risco de entrar para a história não pela educação, mas pela desorganização.




“O cachorro, cachorro, onde tu tá!”: blogueiro é atacado após fiscalizar mais de R$ 122 milhões em Sítio Novo

 

O Brasil realmente não é para amadores. Em tempos onde cobrar transparência do dinheiro público virou motivo de ataque, um jornalista e blogueiro da cidade de Sítio Novo do Maranhão acabou sendo chamado de “cachorro” simplesmente por fazer aquilo que muitos políticos odeiam: fiscalização.

Segundo dados apresentados na prestação de contas do exercício financeiro de 2025, a Prefeitura de Sítio Novo movimentou nada menos que R$ 122.746.040,42 ( exercicio 2025). O valor milionário despertou questionamentos e cobranças por parte da imprensa local, que buscava esclarecimentos sobre a aplicação dos recursos públicos.

Mas ao invés de respostas técnicas, transparência ou coletiva de imprensa, veio o ataque. Nos bastidores políticos da cidade, o blogueiro passou a ser alvo de críticas e ofensas, sendo chamado pejorativamente de “cachorro” por aliados do poder.

A ironia da situação é que, no velho ditado popular, “o cachorro mijava no poste”. Agora, segundo moradores indignados com o clima político da cidade, “o cachorro está é mijando no poste”, numa referência ao fato de que fiscalizar dinheiro público parece ter se tornado um crime maior do que explicar para onde vão os milhões da prefeitura.

Enquanto isso, a população segue aguardando respostas sobre contratos, gastos e prioridades da gestão municipal. Afinal, mais de R$ 122 milhões não são troco de pinga — principalmente em uma cidade onde muitos moradores ainda convivem com problemas básicos de infraestrutura, saúde e geração de emprego.

No fim das contas, fica a pergunta que ecoa pelas ruas de Sítio Novo: quem incomoda mais — quem pergunta sobre o dinheiro público ou quem não quer responder?



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