Prefeitura é questionada sobre não repasse de contribuição patronal e retenções previdenciárias ( Cadê o dinheiro que foi recolhido! Alô Ministério Público)
A Prefeitura de Itinga do Maranhão está sendo questionada após informações indicarem possível ausência de repasse das contribuições previdenciárias patronais e dos valores descontados dos servidores na fonte.
De acordo com relatos e dados preliminares divulgados, os valores teriam sido regularmente descontados dos contracheques dos servidores, porém não teriam sido integralmente repassados ao órgão previdenciário competente.
Caso confirmada, a situação pode configurar irregularidade grave, inclusive com enquadramento no crime de apropriação indébita previdenciária, previsto no artigo 168-A do Código Penal, que ocorre quando o empregador desconta a contribuição do trabalhador e não realiza o devido repasse à Previdência Social.
A retenção do valor na fonte gera obrigação imediata de transferência ao regime previdenciário. O não repasse pode resultar em:
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Responsabilização administrativa do gestor;
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Ação civil por improbidade administrativa;
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Responsabilização criminal;
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Bloqueio de repasses federais;
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Comprometimento da regularidade fiscal do município.
Diante da gravidade dos fatos, cresce a cobrança para que o Ministério Público apure a situação, garantindo transparência e esclarecimentos à população e aos servidores públicos.
A sociedade aguarda posicionamento oficial da gestão municipal para esclarecer se houve atraso pontual, parcelamento formalizado ou eventual falha administrativa, ou se de fato ocorreu retenção indevida dos valores.
O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura.
Prefeitos podem ficar inelegíveis por descumprimento de norma do TCE-MA sobre transparência de emendas parlamentares
Diversos prefeitos maranhenses poderão enfrentar sérias consequências administrativas e eleitorais por descumprimento de norma do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.
A Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, por meio da Instrução Normativa nº 82, estabeleceu regras específicas para garantir maior transparência na aplicação de recursos oriundos de emendas parlamentares, tanto no âmbito federal quanto estadual.
A normativa determina que os municípios devem disponibilizar, de forma clara e detalhada, informações relativas ao recebimento e à execução dos recursos provenientes de emendas, incluindo dados sobre valores recebidos, plano de aplicação, execução financeira, beneficiários e prestação de contas.
Risco de rejeição de contas e inelegibilidade
O descumprimento das exigências pode resultar em apontamentos técnicos, multas, rejeição de contas e, em casos mais graves, na configuração de irregularidade insanável por ato doloso de improbidade administrativa.
Nessas situações, o gestor pode se enquadrar na Lei Complementar nº 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa, o que pode torná-lo inelegível por até oito anos, conforme a legislação eleitoral vigente.
Transparência como obrigação legal
A instrução normativa reforça que a transparência não é mera formalidade, mas obrigação constitucional prevista no artigo 37 da Constituição Federal, além de atender às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal e da Lei de Acesso à Informação.
Segundo especialistas em controle externo, muitos municípios ainda não disponibilizam informações completas sobre emendas parlamentares — seja para custeio, investimentos em obras, aquisição de equipamentos ou manutenção de serviços públicos — o que pode levar a responsabilização direta dos gestores.
Fiscalização mais rigorosa
O Tribunal de Contas tem intensificado o monitoramento eletrônico dos portais da transparência municipais e poderá instaurar processos específicos de fiscalização para verificar o cumprimento da norma.
A recomendação é que os gestores municipais revisem imediatamente seus portais oficiais e regularizem eventuais pendências, evitando sanções administrativas e reflexos eleitorais futuros.
A transparência na aplicação dos recursos públicos, especialmente os provenientes de emendas parlamentares, tornou-se prioridade dos órgãos de controle e poderá ser fator determinante no cenário político das próximas eleições.
Esse mês iniciará o envio de prestação de contas das prefeituras! As fraudes estão por todo canto.
Fraude e esquemas é pra todo lado, Prefeituras do Maranhão
torram dinheiro desenfreados com licitações fraudulentas e diversas notas
fiscais de empresas de suvaco, notas frias para que o crime pareça invisível.
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