Ex-prefeito de Cidelândia Fernando Teixeira é alvo de ação de Improbidade por irregularidades no Arraiá da Cida 2023
O ex-prefeito de Cidelândia, Fernando Augusto Coelho Teixeira, passou a ser réu em Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Município, em razão de supostas irregularidades na execução do Convênio nº 98/2023, firmado com o Governo do Estado do Maranhão para a realização do São João 2023.
Segundo consta na ação, o evento ocorreu entre os dias 23 e 29 de junho de 2023, porém as contratações necessárias para sua realização só foram formalizadas após o encerramento da festa, com adesão à ata de registro de preços e assinatura de contrato apenas no mês de julho do mesmo ano .
A documentação reunida no processo aponta que a execução das despesas teria ocorrido sem o devido procedimento administrativo prévio, o que contraria normas básicas da administração pública e compromete o controle da legalidade dos gastos.
Durante a análise da prestação de contas, a Secretaria de Estado da Cultura (SECMA) identificou falhas relevantes, entre elas a existência de nota de empenho de elevado valor, sem identificação clara da autoridade responsável pela autorização da despesa, circunstância que fragiliza a transparência e a rastreabilidade do uso dos recursos públicos .
O ex-prefeito Fernando Augusto Coelho Teixeira foi formalmente notificado para apresentar esclarecimentos e documentos complementares, mas, conforme narrado na ação, não apresentou manifestação dentro do prazo concedido, o que levou à reprovação integral da prestação de contas do convênio pelo órgão estadual.
Com a ação judicial, o Município busca a responsabilização do ex-gestor, incluindo possível ressarcimento ao erário, aplicação de multa e demais sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa. O processo segue em tramitação na Vara da Fazenda Pública da Comarca de Açailândia.
Prefeitura aluga veículos de loja de roupas e levanta dúvidas sobre fornecimento de máquinas pesadas e ônibus
A Prefeitura firmou contrato de aluguel de veículos com uma empresa cujo ramo de atividade é o comércio de roupas, funcionando como uma boutique. O caso causa estranheza, principalmente diante do questionamento: como uma loja de roupas irá fornecer máquinas pesadas e ônibus?
A incompatibilidade entre o objeto social da empresa e os serviços contratados levanta dúvidas sobre a legalidade, a capacidade técnica e a regularidade do processo licitatório, além de reforçar a necessidade de apuração por parte dos órgãos de controle.
Em breve todos os detalhes, nomes e registros completo da documentação e do processo licitatório.
Após mais de 8 anos, Lajeado Novo volta a ficar em dia com o CAUC
O município de Lajeado Novo alcançou um marco histórico na área administrativa: após mais de oito anos, a cidade voltou a ficar em dia com o CAUC (Cadastro Único de Convênios). O feito é resultado direto do trabalho de reorganização e responsabilidade fiscal implementado pela gestão do prefeito Itaires, que vem promovendo uma verdadeira transformação na administração pública municipal.
Estar regular no CAUC significa que o município cumpre rigorosamente suas obrigações junto aos órgãos de controle, como prestação de contas, regularidade previdenciária, fiscal e transparência na aplicação dos recursos públicos. Na prática, isso devolve a Lajeado Novo a capacidade de firmar convênios, receber transferências voluntárias e captar investimentos dos governos estadual e federal.
A atual gestão tem priorizado a pontualidade, o equilíbrio financeiro e o respeito às normas legais, rompendo com um longo período de inadimplência que prejudicou o desenvolvimento do município. O ajuste administrativo demonstra compromisso com a boa governança e com a retomada da credibilidade institucional.
Para a população, o impacto é direto: com o nome limpo nos cadastros oficiais, Lajeado Novo passa a ter mais oportunidades de investimentos em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.
A chamada “gestão Itaires tratorzão” vem se consolidando como um novo tempo para o município, pautado pela organização administrativa, responsabilidade com o dinheiro público e compromisso com o futuro de Lajeado Novo. O resultado de estar em dia com o CAUC simboliza não apenas um avanço técnico, mas uma conquista histórica para toda a cidade.
Montes Altos e a desvalorização de quem trabalha: enquanto o nepotismo toma conta
Montes Altos vive um cenário que tem gerado revolta entre servidores e a população em geral. Denúncias que circulam nos bastidores da administração pública apontam a existência de supersalários, práticas de nepotismo e privilégios concentrados em um pequeno grupo ligado ao alto escalão do poder municipal.
Segundo relatos, há casos em que secretário municipal e filho estariam recebendo valores elevados, chegando a incluir pagamento de até 13º salário, situação que levanta sérios questionamentos sobre a legalidade e a moralidade administrativa. Enquanto isso, servidores que realmente sustentam o funcionamento da máquina pública enfrentam salários defasados, falta de reconhecimento e condições precárias de trabalho.
A percepção popular é de que se formou uma verdadeira “panelinha”, onde os mais próximos do poder acumulam cargos, benefícios e regalias, enquanto a maioria dos trabalhadores é deixada à margem. O discurso de valorização do servidor, frequentemente utilizado em campanhas políticas, não se reflete na prática cotidiana da gestão.
Especialistas em administração pública alertam que o nepotismo fere princípios constitucionais como a impessoalidade, a moralidade e a eficiência. Além disso, o pagamento de supersalários em um município de pequeno porte pode comprometer seriamente o equilíbrio financeiro, afetando investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura.
Diante das denúncias, a sociedade de Montes Altos cobra transparência, fiscalização rigorosa e a atuação dos órgãos de controle. Afinal, enquanto poucos desfrutam de privilégios, quem realmente trabalha segue desvalorizado — uma realidade que exige respostas urgentes e medidas concretas em defesa do interesse público.
ÁUDIO VAZADO ACUSA ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NA PREFEITURA DE SANTO ANTÔNIO DOS LOPES-MA
Um áudio vazado de reunião convocada pela prefeita Cibelle Napoleão (PL) com vereadores de Santo Antônio dos Lopes expõe graves denúncias de corrupção.
Demissão para os mestres, 13º para os asseclas: A lógica da gestão 'Meia Dúzia' em Montes Altos.
MONTES ALTOS – Se você é professor ou servidor contratado em Montes Altos e está esperando o seu 13º salário para pagar as contas de janeiro, temos uma notícia para você: você não faz parte da "Meia Dúzia". Enquanto o trabalhador comum foi brindado com a demissão logo após o encerramento do ano letivo — saindo com uma mão na frente e outra atrás —, o seleto grupo do "canto de orelha" do prefeito está rindo à toa com o bolso cheio.
A Gestão do "Boiadeiro" e do Selecionismo
Na cidade gerida pela dupla Boiadeiro e Garibaldi, o conceito de valorização do povo parece ter um filtro bem específico. O critério para receber os vencimentos rigorosamente em dia não é o mérito, o suor na sala de aula ou o serviço prestado à comunidade. O critério real acontece no "quintal do prefeito".
Para os subalternos de confiança e os puxadores de saco profissionais, o Papai Noel passou montado em um boi premiado e deixou o 13º salário completo. Já para o professor que passou o ano educando os filhos da terra, o presente foi o bilhete azul e o silêncio ensurdecedor da tesouraria.
Conversa de Canto de Orelha
Dizem que a economia de Montes Altos está ótima... para quem participa do ciclo íntimo da gestão. É o governo da acepção de pessoas: se você não está no "canto de orelha" trocando segredos ou validando cada passo da administração, o seu 13º salário virou lenda urbana.
É curioso observar como o discurso de "valorizar o povo" derrete quando chega na hora de abrir o cofre. Parece que, para o Boiadeiro, "povo" são apenas aqueles dez ou doze que aplaudem até erro de português. Para o restante, resta o descaso e a incerteza de como fechar o mês.
O "Elite" vs. O Trabalhador
Enquanto a prefeitura se cala sobre as demissões em massa de contratados sem o pagamento dos direitos básicos, a pequena nobreza do gabinete desfila com os bolsos forrados. Em Montes Altos, o Natal foi farto, mas apenas para quem tem o crachá carimbado pela amizade pessoal, e não pelo contrato de trabalho.
Fica a pergunta: Onde está a justiça para quem trabalhou o ano inteiro? Ou será que o 13º salário virou "bônus de fidelidade" para quem puxa o saco com mais vigor?
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