“Táxi da Câmara”? Veículos alugados pelo Legislativo de Campestre está sendo usado para beneficio próprio?
A contratação de veículos pela Câmara Municipal de Campestre do Maranhão está no centro de questionamentos após denúncias de possível uso indevido dos automóveis.
De acordo com informações obtidas pela reportagem, o Poder Legislativo municipal firmou contrato no valor de R$ 54 mil com a empresa D J Brito Comércio e Serviços para locação de dois veículos. A finalidade oficial seria atender às demandas institucionais da Câmara.
No entanto, relatos apontam que os veículos estariam sendo utilizados para fins particulares, incluindo deslocamentos frequentes para cidades vizinhas como Imperatriz e Porto Franco, em situações que não estariam diretamente ligadas às atividades legislativas.
Moradores e fontes ouvidas afirmam que os carros têm sido vistos em circulação como se fossem veículos de uso pessoal ou até mesmo em práticas semelhantes a transporte de passageiros, o que levanta dúvidas sobre a correta aplicação dos recursos públicos.
Especialistas apontam que, caso seja comprovado o desvio de finalidade, a situação pode configurar irregularidade administrativa, podendo resultar em responsabilização dos gestores e até devolução de valores aos cofres públicos.
A equipe de reportagem buscou posicionamento da Câmara Municipal de Campestre, bem como da empresa contratada, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno. O espaço segue aberto para esclarecimentos.
O caso deverá ser acompanhado e pode ser levado aos órgãos de controle, como o Ministério Público do Estado do Maranhão, para eventual apuração das denúncias.
Empresa é alvo de denúncias de suposta fraude com Prefeitura de Itinga do Maranhão
Uma empresa sediada no município de Açailândia está sendo investigada após denúncias de possíveis irregularidades em contratos firmados com a Prefeitura de Itinga do Maranhão. As informações foram encaminhadas ao Ministério Público do Estado do Maranhão, que poderá apurar o caso.
De acordo com a denúncia, a empresa teria prestado serviços de locação de máquinas pesadas ao município. No entanto, há suspeitas de que parte desses serviços não tenha sido efetivamente executada, mesmo com a emissão de notas fiscais, o que pode caracterizar um possível esquema de fraude e lavagem de dinheiro.
Os relatos apontam ainda que os documentos fiscais apresentados podem não corresponder à realidade das atividades realizadas, levantando dúvidas sobre a regularidade dos pagamentos efetuados com recursos públicos.
Caso confirmadas, as irregularidades podem configurar crimes contra a administração pública, incluindo fraude em contratos e possível desvio de recursos. O caso segue sob análise dos órgãos competentes, que poderão instaurar procedimento investigatório para aprofundar as apurações.
A equipe de reportagem informa que continuará acompanhando o caso e, em uma próxima matéria, deverá apresentar documentos e notas fiscais que teriam embasado a denúncia protocolada junto ao Ministério Público.
Até o momento, nem a empresa citada nem a Prefeitura de Itinga do Maranhão se manifestaram oficialmente sobre as acusações. O espaço segue aberto para esclarecimentos.
Justiça de Contas pede condenação de ex-prefeito Valdivino Rocha Silva por irregularidades em 2011
O ex-gestor pode ter que ressarcir quase R$ 1 milhão aos cofres públicos após a apreciação das contas do exercício financeiro de sua gestão.
A prestação de contas referente ao exercício de 2011 do ex-prefeito Valdivino Rocha Silva voltou ao centro do debate jurídico e administrativo. Após uma análise técnica detalhada, foram apontadas irregularidades que comprometeram a lisura da gestão financeira naquele ano, culminando em um pedido de condenação para o ressarcimento de valores ao erário.
Os Detalhes da Irregularidade
O relatório técnico destaca falhas graves na aplicação de recursos públicos. De acordo com o parecer, o montante solicitado para devolução é de R$ 965.800,00.
Entre os principais pontos levantados no processo, destacam-se:
Divergências contábeis: Inconsistências entre os valores declarados e os efetivamente aplicados em obras ou serviços.
Falta de comprovação de despesas: Ausência de notas fiscais ou processos licitatórios que justifiquem parte dos gastos realizados no período.
Descumprimento de normas fiscais: Violações à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Impacto e Próximos Passos
A apreciação das contas é uma etapa crucial para a transparência pública. Caso a condenação seja confirmada pelos órgãos colegiados, o ex-prefeito poderá enfrentar sanções que vão além da devolução do dinheiro, incluindo:
Inelegibilidade: Impedimento de disputar cargos públicos por um período determinado.
Multas administrativas: Acréscimos pecuniários sobre o valor principal a ser devolvido.
Ações por Improbidade Administrativa: Possibilidade de desdobramentos na esfera civil e criminal.
Nota da Redação: Até o fechamento desta matéria, a defesa de Valdivino Rocha Silva não havia se pronunciado oficialmente sobre os apontamentos. O espaço permanece aberto para que o ex-gestor apresente seus esclarecimentos e o contraditório.
Prefeito Domingos França transfere recursos do FUNDEB sem identificação de finalidade, aponta processo no TCE
Conforme o Processo nº 2709/2025, em tramitação no Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, que trata da aplicação de recursos do FUNDEB, foram identificadas inconsistências relevantes que podem trazer sérias consequências ao gestor municipal.
De acordo com relatório de fiscalização do órgão de controle, o prefeito Domingos França teria autorizado movimentações superiores a R$ 6 milhões provenientes do FUNDEB sem a devida identificação da finalidade dos pagamentos, o que levanta questionamentos sobre a correta aplicação dos recursos da educação.
A gravidade da situação pode, inclusive, resultar em sanções como a inelegibilidade do gestor, além de responsabilização de outros ordenadores de despesas envolvidos nas movimentações.
Apesar da seriedade do caso, o assunto ainda não ganhou a devida repercussão junto à população. Chama atenção também o silêncio de setores que deveriam atuar na fiscalização e no controle social, como vereadores, sindicatos e conselhos da educação.
A falta de questionamento e a aparente inércia institucional contribuem para um cenário preocupante, marcado pela possível má gestão dos recursos públicos, desvalorização da educação e ausência de transparência no uso do dinheiro público.
Diante disso, cresce a necessidade de esclarecimentos e providências por parte dos órgãos competentes, a fim de garantir que os recursos do FUNDEB cumpram sua finalidade: investir na melhoria da educação e no futuro da população.
Auditoria Federal cobra explicações de mais de R$ 1 milhão na Saúde, sob a gestão do ex-prefeito Fernando Teixeira
AUDITORIA FEDERAL COBRA EXPLICAÇÕES SOBRE R$ 1 MILHÃO NA SAÚDE DE CIDELÂNDIA
A saúde pública de Cidelândia entrou definitivamente no radar de fiscalização federal. Um documento oficial da Auditoria nº 20.175, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS, revela que recursos destinados ao município sob a gestão do ex-prefeito FERNANDO TEIXEIRA, estão sendo alvo de apuração detalhada.
De acordo com o Documento oficial vinculado à Auditoria nº 20.175, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS, solicita uma série de informações detalhadas sobre a execução de recursos de uma emenda parlamentar no valor de R$ 1.000.000,00.
O recurso, referente à Emenda nº 71110001, foi destinado ao Fundo Municipal de Saúde e está sendo analisado quanto à sua correta aplicação.
O recurso, referente à Emenda nº 71110001, foi destinado ao Fundo Municipal de Saúde e está sendo analisado quanto à sua correta aplicação.
A condução da pasta à época, sob responsabilidade da secretária Socorro Costa, também passa a ser alvo de questionamentos, já que a Secretaria de Saúde é o órgão diretamente responsável pela execução e acompanhamento dos recursos do SUS no município.
Em Cidelândia, a auditoria estaria analisando contratos, pagamentos, prestação de serviços e dados informados aos sistemas oficiais do SUS.
Até o momento, não há divulgação de relatório oficial conclusivo. A ausência de informações detalhadas mantém o assunto no campo da expectativa e aumenta a pressão por esclarecimentos.
A população aguarda respostas claras sobre o que está sendo analisado e quais poderão ser as conclusões da auditoria.
Prefeito Jorge Vieira celebra aniversário com destaque para liderança e aprovação popular em Vila Nova dos Martírios
Nesta data especial, o município de Vila Nova dos Martírios celebra o aniversário do prefeito Jorge Vieira, gestor reeleito que vem consolidando sua atuação como uma das principais lideranças políticas da região.
Reconduzido ao cargo pela vontade da maioria da população, o prefeito tem se destacado pela forte aceitação popular, reflexo de uma gestão marcada por presença ativa, diálogo com a comunidade e execução de ações voltadas ao desenvolvimento do município.
Ao longo de seu mandato, Jorge Vieira tem buscado fortalecer áreas essenciais como infraestrutura, educação e serviços públicos, o que contribuiu para ampliar sua base de apoio e reconhecimento entre os moradores.
Além da atuação administrativa, o prefeito também vem ganhando espaço como liderança regional, participando de articulações políticas e defendendo pautas de interesse dos municípios da região.
O aniversário do gestor não apenas marca mais um ano de vida, mas também simboliza um momento de reconhecimento por parte da população, que vê em sua gestão um modelo de continuidade e compromisso com o progresso de Vila Nova dos Martírios.
A data é celebrada por aliados, lideranças locais e cidadãos que acompanham de perto a trajetória política do prefeito e seu trabalho à frente da administração municipal.
SANTA INÊS : Pacientes do TFD denunciam novo caso de descaso em transporte para tratamento de saúde
Usuários do programa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) voltaram a denunciar problemas no transporte oferecido pelo poder público. Desta vez, pacientes que saíam de Santa Inês com destino a São Luís enfrentaram mais um episódio de transtorno após o veículo apresentar falha mecânica durante o trajeto.
Segundo relatos, a situação já não é novidade para quem depende do serviço. Quebras recorrentes, atrasos e falta de estrutura adequada têm sido apontados como problemas frequentes, gerando revolta entre os usuários, que precisam se deslocar para tratamentos muitas vezes urgentes e essenciais.
O caso evidencia a precariedade na manutenção da frota e levanta questionamentos sobre a qualidade do serviço prestado. Para muitos pacientes, o TFD é a única alternativa para acesso a atendimentos especializados fora do município, o que torna a falha ainda mais grave.
Enquanto o poder público não apresenta soluções efetivas, quem mais sofre são os cidadãos, que além dos desafios de saúde, precisam lidar com incertezas e dificuldades no deslocamento. A repetição dos problemas reforça a necessidade urgente de medidas que garantam segurança, dignidade e continuidade no atendimento desses pacientes.
Prefeito pretende gastar quase R$ 7 milhões em bloquetes e edital sem transparência e informações relavantes.
Um edital recentemente publicado pela Prefeitura tem gerado questionamentos ao prever um investimento de R$ 6.298.262,92 para serviços de pavimentação em bloquete. O valor, considerado elevado, chamou atenção principalmente pela falta de detalhamento técnico das obras previstas.
De acordo com o documento, não há especificação clara sobre quais ruas serão contempladas, tampouco informações completas sobre os serviços a serem executados. Além disso, no portal da transparência do município, não foram disponibilizados itens fundamentais como planilha de referência de custos e o projeto básico ou executivo que deu origem à licitação — documentos essenciais para garantir a lisura e o controle social do gasto público.
Especialistas em obras públicas alertam que esse tipo de ausência compromete a transparência do processo e dificulta a fiscalização por parte da população e dos órgãos de controle.
Comparação com valores de mercado
Dados de contratos recentes no Maranhão, inclusive com base em obras executadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, mostram que o custo médio de pavimentação com bloquete em obras completas — incluindo base, sub-base, drenagem e meio-fio — costuma variar entre:
R$ 140 a R$ 200 por metro quadrado
O que daria para fazer com R$ 6,2 milhões?
Considerando esse montante, é possível estimar a área que poderia ser pavimentada:
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R$ 120/m² (mais básico): cerca de 52.485 m²
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R$ 150/m² (valor médio): cerca de 41.988 m²
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R$ 180/m² (obra completa): cerca de 34.990 m²
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R$ 200/m² (padrão alto): cerca de 31.491 m²
Os números demonstram que o valor previsto no edital é suficiente para pavimentar uma área significativa. No entanto, sem o detalhamento técnico, não é possível verificar se o custo está compatível com o que será efetivamente executado.
Falta de transparência preocupa
A ausência de informações básicas no edital levanta dúvidas sobre o planejamento da gestão e abre espaço para questionamentos sobre possível sobrepreço ou direcionamento. Em licitações públicas, a clareza dos dados é essencial para assegurar competitividade, economicidade e legalidade.
Diante disso, cresce a expectativa de que órgãos de controle, como tribunais de contas e o Ministério Público, possam acompanhar o caso mais de perto.
Enquanto isso, a população aguarda esclarecimentos sobre onde e como serão aplicados os quase R$ 7 milhões previstos para pavimentação — um investimento que, se bem executado, pode trazer melhorias importantes, mas que exige total transparência na sua aplicação.
Anatel deflagra operação nacional contra provedores clandestinos de internet
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu início à Operação Provedor Legal, a primeira ação fiscalizatória de alcance nacional voltada ao combate à exploração clandestina do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), popularmente conhecido como banda larga fixa.
A operação ocorreu simultaneamente em diversos estados do país, contando com o apoio da Polícia Federal, além das polícias civis e militares. O objetivo principal foi interromper a atuação de prestadoras de serviços de internet que operam fora das normas estabelecidas, sem autorização ou em desacordo com a regulamentação do setor.
Segundo a Anatel, a ação faz parte de um plano mais amplo de enfrentamento à concorrência desleal no mercado de telecomunicações. Empresas clandestinas, além de não cumprirem exigências legais, frequentemente oferecem serviços sem garantia de qualidade e segurança, o que pode trazer prejuízos diretos aos consumidores.
A Operação Provedor Legal integra o Plano de Ação da agência reguladora, que busca promover um ambiente mais equilibrado entre as empresas, garantindo que apenas prestadoras devidamente autorizadas atuem no setor. A iniciativa também visa proteger os usuários, assegurando maior confiabilidade nos serviços contratados.
Com a ofensiva, a expectativa é reduzir significativamente a atuação irregular no mercado e reforçar a importância do cumprimento das regras, tanto para empresas quanto para consumidores que dependem diariamente da conectividade.
Explosão de ATA “caronas” levanta suspeitas sobre gestão em Itinga do Maranhão
A Prefeitura de Itinga do Maranhão entrou no radar de críticas após registrar um volume incomum de adesões a atas de registro de preços — prática conhecida como “carona”. Embora o mecanismo seja legal, o uso em larga escala tem levantado questionamentos sérios sobre planejamento, transparência e possível direcionamento de contratos.
Na prática, a “carona” permite que um município aproveite licitações realizadas por outros órgãos, sem precisar abrir um novo processo licitatório. O problema surge quando essa ferramenta, que deveria ser exceção, passa a ser regra. Em Itinga, o que se observa é justamente o oposto do esperado: uma gestão que parece depender quase exclusivamente desse tipo de contratação.
Especialistas em administração pública alertam que o uso excessivo de atas de terceiros pode indicar falta de planejamento ou até tentativa de burlar a competitividade das licitações. Afinal, ao aderir a uma ata já existente, o município deixa de promover disputa própria, reduzindo a transparência e limitando a participação de fornecedores locais.
Outro ponto que chama atenção é a ausência de explicações detalhadas por parte da gestão municipal. Até agora, não há clareza sobre os critérios utilizados para justificar tantas adesões, nem sobre a real vantagem econômica dessas contratações. Sem essas informações, cresce a desconfiança de que o instrumento esteja sendo utilizado de forma indevida.
Órgãos de controle, como tribunais de contas e o Ministério Público, costumam acompanhar com atenção esse tipo de movimentação, especialmente quando há indícios de uso recorrente e fora do padrão. Caso sejam identificadas irregularidades, os responsáveis podem responder por danos ao erário e violação dos princípios da administração pública.
Enquanto isso, a população de Itinga do Maranhão segue sem respostas concretas. O que deveria ser uma ferramenta de agilidade virou motivo de preocupação — e reforça a necessidade urgente de mais transparência, planejamento e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
Cancelamento de voo com ministro do STF levanta especulações entre passageiros
Um episódio ocorrido na noite da última quinta-feira (19) chamou a atenção de passageiros e gerou comentários nos bastidores políticos. O voo Latam 3796, que partiria de Brasília com destino ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, foi cancelado momentos antes da decolagem por problemas mecânicos.
Entre os passageiros estava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, além de outras autoridades políticas. Segundo relatos, a aeronave já havia fechado as portas e se preparava para iniciar o deslocamento na pista quando o comandante decidiu abortar o voo por questões técnicas.
O ocorrido rapidamente repercutiu entre os presentes, especialmente diante do histórico envolvendo o falecimento do ministro Teori Zavascki, em 2017, vítima de um acidente aéreo. A lembrança do episódio acabou alimentando especulações e teorias entre alguns passageiros.
Apesar das circunstâncias, companhias aéreas reforçam que cancelamentos por problemas mecânicos fazem parte dos protocolos de segurança e visam preservar a integridade dos ocupantes. Nesses casos, a interrupção da viagem é considerada uma medida preventiva padrão.
Até o momento, não há qualquer indício de irregularidade além da falha técnica informada. Ainda assim, o episódio ilustra como situações envolvendo autoridades públicas tendem a ganhar maior repercussão e interpretações diversas, especialmente em um ambiente político já sensível.
Alô Ministério Público! GAECO - Já é dada como certa a empresa vencedora da licitação de Iluminação Pública de São João do Paraíso.
Uma denúncia recebida na tarde desta terça-feira (17) acendeu o alerta sobre um possível direcionamento em um processo licitatório no município de São João do Paraíso, no Maranhão.
Segundo as informações encaminhadas ao blog, o material inclui um dossiê com detalhes sobre a licitação voltada à área de iluminação pública, apontando que já haveria uma empresa considerada como “certa” para vencer o certame. De acordo com a denúncia, a empresa estaria ligada a uma pessoa que anteriormente atuava como gestora pública e que atualmente opera no setor empresarial de iluminação.
A fonte afirma ainda que o caso já foi encaminhado ao Ministério Público do Estado do Maranhão, que deverá analisar os elementos apresentados e, se necessário, adotar as medidas cabíveis.
Apesar das acusações, até o momento não há posicionamento oficial da Prefeitura nem confirmação das irregularidades por parte dos órgãos de controle. Como em qualquer processo licitatório, é fundamental que sejam respeitados os princípios da legalidade, transparência e ampla concorrência, conforme estabelece a Lei nº 14.133/2021.
Nos bastidores, o caso já começa a gerar comentários e expectativa quanto ao desfecho. A denúncia, ainda sob apuração, levanta questionamentos sobre a lisura do processo e reforça a importância da fiscalização por parte dos órgãos competentes.
O blog seguirá acompanhando o caso e trará novas informações assim que houver atualizações oficiais.
Câmara de Sítio Novo reprova contas de 2016 do ex-prefeito João Pequiá
A Câmara Municipal de Sítio Novo, no sul do Maranhão, decidiu nesta terça-feira (10), durante a 10ª sessão ordinária, reprovar por unanimidade as contas referentes ao exercício de 2016 do ex-prefeito João Carvalho dos Reis, conhecido politicamente como João Pequiá.
A decisão dos vereadores seguiu o parecer técnico emitido pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, que apontou diversas irregularidades na prestação de contas da gestão municipal naquele período.
Entre os principais problemas identificados estão falhas relacionadas à transparência das contas públicas e o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, especialmente no que diz respeito à falta de divulgação adequada de informações sobre receitas e despesas da prefeitura.
De acordo com informações da própria Câmara, o ex-prefeito será oficialmente notificado sobre a decisão do Legislativo municipal e terá o prazo de 15 dias para apresentar sua defesa.
Caso a reprovação das contas seja mantida ao final do processo, o ex-gestor poderá enfrentar uma série de consequências previstas na legislação. Entre elas estão a possibilidade de inelegibilidade por até oito anos, caso seja comprovada irregularidade grave, além da aplicação de multas, eventual devolução de recursos aos cofres públicos e até a abertura de investigação por parte do Ministério Público do Estado do Maranhão.
A análise e julgamento das contas de gestores públicos fazem parte do papel fiscalizador das câmaras municipais e têm como base os pareceres técnicos emitidos pelos tribunais de contas, que avaliam a regularidade da aplicação dos recursos públicos.
O caso deve continuar sendo acompanhado pelos órgãos de controle e pelas autoridades competentes nos próximos meses.
I S LIMA CONSTRUÇÕES E LOCAÇÃO LTDA está papando tudo na região Tocantina! Tudo que é licitação só dá ela..
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| Imagem do Google Maps |
Uma empresa tem chamado atenção nos bastidores das contratações públicas na Região Tocantina: a I S LIMA CONSTRUÇÕES E LOCAÇÃO LTDA. Em praticamente toda nova licitação divulgada, lá está o mesmo nome entre os vencedores.
Brincadeiras à parte, alguns dizem que ganhar uma licitação milionária está mais fácil do que acertar os números da Mega da Virada. Enquanto milhões de brasileiros sonham com a sorte grande nas loterias, a empresa parece ter encontrado uma fórmula ainda mais eficiente: participar e vencer contratos públicos de diferentes áreas.
O que mais chama a atenção é a agilidade e versatilidade da empresa, que aparentemente consegue atuar em diversos tipos de objetos licitatórios. Em muitas disputas, observadores afirmam que parece não haver concorrentes à altura — ou, em alguns casos, a impressão é de que o mercado inteiro se resume a um único participante.
Nos corredores políticos e administrativos da região, o assunto já virou motivo de comentários irônicos. Há quem diga que, se existir uma premiação para “recorde de vitórias em licitações”, a empresa certamente estaria entre as favoritas.
Claro, em tese, tudo ocorre dentro dos trâmites legais previstos pela Lei nº 14.133/2021, que rege as contratações públicas no país. Ainda assim, o grande volume de vitórias concentradas em um único nome tem despertado curiosidade e debates sobre competitividade e participação de outras empresas nos certames públicos.
Equatorial é multada em 741 mil por falhas no fornecimento de energia
O Ministério Público do Piauí aplicou uma multa de R$ 741.176,93 à Equatorial Piauí por falhas graves e contínuas no fornecimento de energia elétrica em Campo Maior, principalmente em áreas da zona rural.
A decisão foi assinada pelo promotor Maurício Gomes de Souza após análise de dados da ANEEL, que apontaram que o tempo médio de interrupção de energia no município chegou a 34,61 horas em 2023, superando o limite máximo de 26 horas permitido.
Segundo o processo, consumidores relataram casos de dias sem energia e falta de atendimento técnico, inclusive situações envolvendo moradores com problemas de saúde que dependiam da eletricidade.
O valor da multa também foi agravado porque a concessionária já havia sido penalizada anteriormente por problemas semelhantes.
A empresa tem 15 dias úteis para pagar a multa com desconto ou apresentar recurso. Caso contrário, o valor poderá ser inscrito em dívida ativa do Estado.
PRF recupera caminhonete roubada durante fiscalização na BR-226 no sul do Maranhão
Uma caminhonete Toyota Hilux com registro de roubo no estado do Rio de Janeiro foi recuperada por agentes da Polícia Rodoviária Federal durante uma fiscalização na BR-226, no município de Porto Franco, no sul do Maranhão.
A abordagem ocorreu no dia 7 de março, por volta das 13h, na altura do km 570 da rodovia, quando os policiais decidiram parar o veículo para uma verificação de rotina.
Durante a fiscalização, os agentes identificaram indícios de adulteração nos elementos de identificação da caminhonete. Após consulta aos sistemas de segurança, foi confirmado que o veículo possuía registro de roubo ocorrido em dezembro de 2025 no estado do Rio de Janeiro.
Diante da irregularidade, o motorista e a caminhonete foram encaminhados para a Polícia Civil do Maranhão, na cidade de Imperatriz, onde serão realizados os procedimentos legais cabíveis.
A ação faz parte das fiscalizações rotineiras realizadas pela PRF nas rodovias federais, com o objetivo de combater crimes, recuperar veículos roubados e aumentar a segurança nas estradas.
Parabéns ao Dr. Valberto Cunha: exemplo de integridade e dedicação
O dia de hoje é dedicado a celebrar a vida de Valberto Cunha, empresário, médico e político que ao longo de sua trajetória construiu uma história marcada pelo respeito, pela ética e pelo compromisso com a sociedade.
Reconhecido por amigos e admiradores como um homem íntegro e justo em suas atitudes, Dr. Valberto é também uma liderança que inspira pela dedicação às pessoas e pelas contribuições nas áreas em que atua. Sua caminhada na vida pública e profissional é vista como exemplo de responsabilidade e compromisso com o bem coletivo.
Neste dia especial, familiares e amigos se unem para desejar saúde, felicidade e muitas conquistas em mais um ano de vida.
E a comemoração ganha um significado ainda mais especial para a família, que em breve celebrará também a chegada de um novo membro que, por coincidência, quase nasce no mesmo mês do aniversário de Dr. Valberto.
Flamarion Amaral pode surpreender políticos tradicionais nas eleições de 2026
O cenário político de Imperatriz pode ganhar um novo capítulo nas eleições de 2026. O vereador licenciado e atual secretário municipal de Saúde, Flamarion Amaral, desponta como um possível nome capaz de surpreender políticos que há anos ocupam espaço na vida pública no Estado do Maranhão.
Com atuação destacada na gestão da saúde municipal, Flamarion tem ampliado sua visibilidade política e fortalecido sua base de apoio, especialmente entre lideranças comunitárias e setores ligados às causas sociais. Conhecido pelo perfil carismático e pela proximidade com a população, o secretário tem buscado consolidar sua imagem como gestor comprometido com melhorias nos serviços públicos.
Nos bastidores da política local, o nome de Flamarion Amaral já é comentado como uma possível novidade na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão. O próprio secretário já sinalizou a aliados que pretende se colocar como pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026.
Caso confirme a candidatura, Flamarion poderá entrar em uma disputa que tradicionalmente conta com nomes experientes da política maranhense. Ainda assim, analistas políticos avaliam que sua atuação administrativa, somada à popularidade construída ao longo da trajetória pública, pode representar um diferencial no pleito.
A movimentação política deve se intensificar nos próximos meses, à medida que lideranças regionais começam a definir estratégias e alianças para a corrida eleitoral de 2026. Nesse cenário, o nome de Flamarion Amaral surge como uma aposta que pode alterar o equilíbrio entre os grupos políticos já consolidados no estado.
STF proíbe saques em espécie de emendas parlamentares e reforça controle contra corrupção
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, proibiu nesta terça-feira (3) a realização de saques em espécie de recursos provenientes de emendas parlamentares, mesmo após a transferência dos valores para as empresas ou entidades beneficiárias finais.
A decisão foi tomada no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 854. Pelo entendimento do ministro, o saque em dinheiro vivo representa risco à transparência e pode facilitar práticas ilícitas.
O Banco Central do Brasil deverá regulamentar a medida no prazo de 60 dias corridos, em conjunto com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras.
Pagamentos apenas por meios eletrônicos
A decisão não impede a movimentação financeira das contas vinculadas às emendas, mas determina que os pagamentos sejam realizados exclusivamente por meio eletrônico, incluindo transferências bancárias e PIX.
Em agosto de 2025, o ministro já havia determinado que bancos públicos adaptassem seus sistemas para impedir saques diretos no caixa. O Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste informaram ao STF que seus sistemas foram ajustados para cumprir a determinação.
Entretanto, entidades da sociedade civil como a Associação Contas Abertas, a Transparência Brasil e a Transparência Internacional – Brasil relataram ao Supremo que persistem indícios de fragilidades no controle, apontando que saques em espécie podem facilitar transporte e ocultação de valores.
As organizações citaram investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre possíveis desvios de recursos destinados ao Hospital Municipal de Macapá (AP) e apurações envolvendo suposto esquema de lavagem de dinheiro com verbas para eventos culturais no Maranhão.
Segundo o relator, apesar dos avanços tecnológicos implementados, os relatos indicam que ainda há riscos que justificam o endurecimento das regras.
Ilícitos ambientais passam a impedir liberação de recursos
Na mesma decisão, o ministro determinou que a existência de ilícito ambiental comprovado por auto de infração ou decisão judicial deverá ser considerada como impedimento para a liberação de recursos públicos ou para aprovação das contas da obra financiada.
De acordo com o entendimento, a utilização de verba pública em atividade irregular viola os princípios da moralidade administrativa e da boa gestão dos recursos.
Estados e Distrito Federal deverão se adequar
O STF também determinou que os presidentes das Assembleias Legislativas dos estados e o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal sejam comunicados para adaptar seus processos orçamentários ao modelo federal no que se refere à apresentação e execução de emendas parlamentares.
As adequações deverão observar as diretrizes fixadas pela Corte, pela Lei Complementar nº 210/2024 e pela Resolução nº 001/2006 do Congresso Nacional, com base no princípio da simetria constitucional.
A decisão reforça o movimento do Supremo em ampliar os mecanismos de transparência e controle na aplicação de recursos oriundos de emendas parlamentares em todo o país.
“Atirar com a pólvora alheia é fácil”: gastos públicos chamam atenção em Montes Altos
Uma análise realizada no Portal da Transparência da Prefeitura de Montes Altos revelou valores que merecem atenção e reflexão por parte da população.
Em consulta pública aos dados oficiais disponibilizados no site institucional do município, foram identificadas repasse de emenda parlamentar que, somadas, alcançam o montante de R$ 4.603.400,00. Os valores estão devidamente registrados no sistema oficial, cabendo à sociedade acompanhar, fiscalizar e avaliar a aplicação dos recursos públicos. ( se foram ou não pagos, não foi atualizado no site)
A expressão “atirar com a pólvora alheia é fácil” resume o sentimento de parte da população ao observar cifras expressivas sendo movimentadas com dinheiro público — recurso proveniente dos impostos pagos pelo cidadão.
A transparência é um princípio constitucional e instrumento fundamental para o controle social. Mais do que divulgar números, é essencial que haja clareza sobre a finalidade dos contratos, a execução dos serviços, os resultados entregues à população e a compatibilidade dos valores com os preços de mercado.
Especialistas em gestão pública ressaltam que o acompanhamento das despesas municipais é papel não apenas dos órgãos de controle, mas também da sociedade civil organizada, vereadores e entidades fiscalizadoras.
O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Montes Altos, caso queira prestar esclarecimentos adicionais sobre os valores mencionados.
A população, por sua vez, tem à disposição os portais oficiais para consultar contratos, empenhos e pagamentos, fortalecendo o exercício da cidadania e o controle dos gastos públicos.
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