ECONOMIA E TRANSPARÊNCIA: Por que o Cartão Corporativo é o melhor caminho para a Gestão Pública Moderna?


O uso de cartões de crédito e débito já faz parte da rotina de quase todos os brasileiros, facilitando transações e garantindo segurança. No entanto, quando esse instrumento chega à administração pública, ele vai além da conveniência: torna-se uma ferramenta poderosa de economia real e transparência absoluta.

A Lógica do Menor Preço: O Exemplo das Passagens

A principal vantagem do uso do cartão corporativo (ou suprimento de fundos eletrônico) é a capacidade de realizar compras diretas, eliminando intermediários que encarecem o processo.

Um exemplo claro está no setor de transportes: uma passagem aérea para Brasília, quando comprada via agenciamento tradicional por meio de empenho, pode custar em média R$ 5.000,00 devido às taxas de serviço e prazos de pagamento da administração. Já com o uso do cartão corporativo para compra direta no site da companhia aérea, o mesmo bilhete pode ser adquirido por menos de R$ 2.500,00.

Essa economia de 50% permite que a gestão municipal direcione os recursos poupados para áreas, como saúde e infraestrutura.

Lei nº 14.133/2021 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos): Prevê o uso do cartão de pagamento como modalidade preferencial para compras e serviços de pequeno valor (dispensa de licitação), conforme artigos 75, § 4º, e seguintes, buscando eficiência e controle.

Transparência Inquestionável

Ao contrário do que o senso comum pode sugerir, o cartão é o método mais fácil de ser fiscalizado. Enquanto o uso de dinheiro em espécie (o antigo "adiantamento") dificulta o rastreio, o cartão gera um histórico digital imediato e inalterável.

  • Rastro Digital: Cada centavo gasto gera um registro na fatura bancária, com data, hora, local e CNPJ do fornecedor.

  • Legitimidade: A fatura do cartão é um documento oficial que serve como prova inequívoca da aplicabilidade do recurso, facilitando o trabalho dos órgãos de controle, como o Ministério Público e os Tribunais de Contas.

  • Segurança: Em caso de perda ou uso indevido, o cartão pode ser bloqueado instantaneamente, algo impossível de se fazer com dinheiro físico.

Escolha Econômica para a Gestão

Para uma prefeitura, adotar o sistema de cartões significa escolher a eficiência. Pequenos reparos em ambulâncias, compras de insumos urgentes ou deslocamentos oficiais deixam de ser processos lentos e caros para se tornarem transações ágeis e monitoradas.

A modernização administrativa não é apenas uma questão de tecnologia, mas de respeito ao contribuinte. Ao utilizar ferramentas que viabilizam o menor preço e garantem a prestação de contas em tempo real, a gestão pública deixa o passado burocrático para trás e entra na era da transparência total.

Entre Washington e Pequim: Brasil sofre retaliação chinesa e vê economia em xeque. ( 55% na carne bovina)



O tabuleiro da geopolítica mundial sofreu um abalo sísmico nesta semana. Logo após o encontro estratégico entre o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a China anunciou uma retaliação econômica sem precedentes: a imposição de uma taxa de 55% sobre produtos brasileiros.

A medida chinesa atinge o coração da economia nacional e expõe a vulnerabilidade do Brasil diante da sua dependência tecnológica e comercial com o gigante asiático.

O Brasil como "Refém" Tecnológico

A decisão de Pequim acendeu um alerta vermelho no setor produtivo. Há anos, a China consolidou sua posição não apenas como maior parceira comercial do Brasil, mas como provedora essencial de tecnologia e insumos industriais. Analistas afirmam que o Brasil se encontra em uma posição de "refém": se por um lado o país busca alinhar interesses com a administração Trump para atrair investimentos ocidentais, por outro, não possui soberania tecnológica para romper com os fornecedores orientais.

A sensação nos bastidores de Brasília é de que a China utilizou seu poder de compra como uma arma de "dominação de nação", enviando um recado claro: qualquer guinada excessiva em direção aos EUA terá um custo proibitivo para o agronegócio e para a indústria nacional.

O Fator Trump e a Divisão de Blocos

A reunião entre Lula e Trump teria focado em acordos de cooperação em defesa e exploração de recursos naturais, áreas que a China considera vitais para sua própria expansão. A resposta rápida e agressiva de Pequim sugere o início de uma nova "Guerra Fria" comercial, onde o Brasil, tentando equilibrar-se entre as duas maiores potências do mundo, acabou no fogo cruzado.

Impacto no Bolso do Brasileiro

Com a taxação de 55%, a balança comercial brasileira corre o risco de um déficit histórico. O poder de compra do brasileiro pode ser diretamente afetado, uma vez que a retaliação pode gerar um efeito cascata:

  1. Queda nas exportações: Soja, minério de ferro e carne brasileira ficam mais caros e menos competitivos na China.

  2. Inflação interna: A possível redução na entrada de dólares pode desvalorizar o Real, encarecendo ainda mais os produtos importados e a tecnologia chinesa que domina o mercado nacional.

O Futuro da Relação Bilateral

Especialistas em relações internacionais questionam se o governo brasileiro calculou os riscos de uma aproximação tão explícita com os EUA em um momento de protecionismo acirrado. Enquanto os Estados Unidos oferecem parcerias políticas, a China detém as chaves de infraestrutura e do consumo de commodities que sustentam o PIB brasileiro.

O Ministério das Relações Exteriores e o Itamaraty ainda não emitiram uma nota oficial sobre como pretendem reverter a taxação, mas o mercado financeiro já opera em clima de incerteza.

Edital de R$ 4,1 milhões em Açailândia contém cláusula que "blinda" empresas locais e levanta suspeita de direcionamento

Contratação por Credenciamento de pessoas jurídicas legalmente constituídas e habilitadas, com sede ou filial no Município de Açailândia/MA, para a prestação de serviços especializados em oftalmologia aos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS, em caráter complementar, abrangendo consultas, exames, procedimentos ambulatoriais e cirurgias eletivas e de urgência, conforme parâmetros da Tabela SIA-SUS.


A Prefeitura de Açailândia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, abriu um processo de credenciamento público com valor estimado de
R$ 4.160.459,80 para a contratação de serviços especializados em oftalmologia. O certame, registrado sob o número 014/2025, visa atender usuários do SUS em consultas, exames e cirurgias eletivas e de urgência.

No entanto, um detalhe no objeto do edital chama a atenção de especialistas em direito administrativo: a exigência de que as empresas interessadas possuam sede ou filial obrigatoriamente no Município de Açailândia.

Barreira à Competitividade

A cláusula que restringe a participação apenas a empresas com endereço fixo na cidade é frequentemente alvo de questionamentos nos Tribunais de Contas. Embora a gestão Benjamin alegue buscar o atendimento complementar na própria rede local, a jurisprudência brasileira, incluindo súmulas do TCU, veda a imposição de sede ou domicílio na localidade como condição de participação, por entender que tal medida limita a ampla competitividade e fere o princípio da isonomia.

Segundo a Súmula 272 do Tribunal de Contas da União (TCU), a exigência de sede ou domicílio na localidade da prestação de serviço como condição para participação é vedada, pois restringe o caráter competitivo do certame.

O que diz a lei

A Lei de Licitações (14.133/2021) é clara: a administração pode exigir que a empresa vencedora se instale no local após a assinatura do contrato, mas nunca exigir que ela já esteja lá para poder participar da disputa.


Detalhes do Contrato Milionário

O montante de mais de R$ 4,1 milhões será destinado a uma gama variada de procedimentos, seguindo os parâmetros da Tabela SIA-SUS. Entre os principais pontos do edital, destacam-se:

  • Vigência: O prazo para recebimento de propostas iniciou em 11 de dezembro de 2025 e se estenderá até o dia 11 de dezembro de 2026.
  • Abrangência: O contrato cobre desde consultas ambulatoriais até procedimentos de alta complexidade, como cirurgias de urgência.
  • Assinatura: O documento oficial foi assinado eletronicamente pela Secretária Municipal de Saúde, Bernadete Socorro Sousa de Oliveira.

Prazos e Fiscalização

O órgão credenciante estabeleceu um prazo de 10 dias úteis para a análise da documentação das empresas que se manifestarem. O edital também reforça que o descumprimento das regras ou indícios de sobrepreço podem levar à responsabilização direta pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA).

A exigência de estrutura local já no ato do credenciamento — e não apenas para a execução do serviço após a contratação — coloca o município sob o risco de novas recomendações do Ministério Público, que já monitora outros contratos da gestão por suspeitas de irregularidades em processos licitatórios.



Balta Engenharia: A sede da empresa por trás do contrato de R$ 1,5 milhão investigado pelo MPMA de Açailândia

 

Imagem obtida pelo Google. 

O Alvo da Investigação

A sede da Balta Engenharia LTDA, empresa que barganhou o contrato milionário, já está sob a lupa das autoridades. A Recomendação Ministerial aponta que há indícios de uma "contratação irregular", o que levou o Ministério Público a intervir preventivamente para evitar possíveis danos ao erário público.

Irregularidades sob Suspeita

Segundo informações obtidas junto ao MPMA, o contrato apresenta inconsistências que ferem os princípios da administração pública. Entre os pontos investigados estão:

  • Vícios no processo licitatório: Possível favorecimento da empresa vencedora.

  • Falta de transparência: Dificuldade no acesso a dados que justifiquem o valor de R$ 1,5 milhão.

  • Capacidade técnica: Investigação sobre se a sede e a estrutura da empresa condizem com o vulto do contrato assinado.

Pressão no Executivo

O prazo de 24 horas coloca a gestão Benjamin em uma "saia justa" jurídica. Caso a prefeitura não apresente as correções ou as justificativas necessárias, o Ministério Público poderá ajuizar uma Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa, o que pode resultar no bloqueio de bens dos envolvidos e até no afastamento de gestores.

Até o fechamento desta matéria, a prefeitura de Açailândia não havia se manifestado oficialmente sobre a recomendação do Ministério Público. O espaço segue aberto para os esclarecimentos da Balta Engenharia LTDA e da gestão municipal.

Relógio correndo: gestão Benjamin tem 24 horas para ‘consertar’ contrato sob suspeita de fraude e irregularidades, diz MPMA



O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) decidiu converter a Notícia de Fato nº 004618-255/2025 em Inquérito Civil Público para aprofundar a apuração de possíveis irregularidades no Processo de Inexigibilidade de Licitação nº 62/2025, bem como em eventual contrato dele decorrente, firmado entre a Secretaria Municipal de Planejamento de Açailândia e a empresa Balta Engenharia LTDA.

A medida foi formalizada por meio de portaria assinada pelo promotor de Justiça Denys Lima Rego, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Açailândia. Segundo o Ministério Público, a conversão do procedimento tem como objetivo ampliar a investigação e reunir elementos que permitam verificar a legalidade do processo de contratação.

Como parte das providências iniciais, foi determinada a autuação da portaria no sistema SIMP, com as devidas anotações de conversão de classe e registros pertinentes. Também foi ordenada a expedição da portaria de instauração do inquérito, com afixação no local de costume, publicação do extrato no Diário Oficial do Ministério Público e comunicação ao Conselho Superior do Ministério Público do Maranhão (CSMP), garantindo a publicidade do ato.

Além disso, o promotor expediu recomendação urgente ao secretário municipal de Planejamento, Cláudio Facundes Queiroz, para que declare, no prazo de 24 horas, a nulidade do procedimento de inexigibilidade nº 62/2025, bem como de eventual contrato já assinado. O não cumprimento da recomendação poderá resultar no ajuizamento de Ação de Improbidade Administrativa, além de outras medidas legais cabíveis.

O caso segue sob investigação do Ministério Público, que deve apurar se houve violação aos princípios da administração pública, como legalidade, moralidade e transparência, no processo de contratação.



O que mudou entre o "Pé Direito" de Romário e a publicidade atual? "Havaianas o pé direito é nosso!"

 

No mundo do marketing, 11 anos podem parecer um século. Em 2013, a marca Havaianas colocou no ar uma campanha que hoje, possivelmente, incendiaria os grupos de WhatsApp e as tribunas parlamentares. No comercial, o craque Romário usava apenas o pé direito de suas sandálias para assistir à Seleção, enquanto o pé esquerdo era enviado para a Argentina uma "simpatia" para dar azar aos rivais.

Naquela época, o "pé esquerdo" era apenas o lado de um calçado. A piada era apenas futebol. Não houve nota de repúdio, não houve políticos de esquerda denunciando "preconceito ideológico" com o lado esquerdo, nem militantes de direita celebrando uma suposta "vitória cultural" da marca.

O fim da era do "apenas um comercial"

O cenário atual é drasticamente diferente. O que antes era recebido com risadas e entendido como peça publicitária, hoje é passado por um rigoroso filtro de patrulhamento ideológico. A repercussão de campanhas recentes mostra que a audiência perdeu a capacidade de separar o roteiro da realidade.

Enquanto em 2013 a Havaianas navegava tranquilamente pelo humor popular, as marcas de hoje caminham sobre ovos. Qualquer deslize ou até mesmo um acerto que seja mal interpretado  gera:

  • Boicotes coordenados: Grupos que se sentem ofendidos tentam derrubar o faturamento da empresa.

  • Guerra de narrativas: O que era um produto vira bandeira política.

  • Militância 24h: O cancelamento digital tornou-se a primeira resposta, antes mesmo do diálogo.

A saudade de um Brasil menos "mimizento"

A comparação com o vídeo de Romário serve como um espelho de uma sociedade que parece ter perdido o senso de humor em nome da militância. Se o comercial fosse lançado hoje, provavelmente veríamos deputados pedindo explicações, influenciadores propondo "queima de chinelos" e uma enxurrada de textões sobre a "demonização do lado esquerdo".

A pergunta que fica após o barulho das últimas polêmicas publicitárias é: quando foi que deixamos de entender que um comercial é, no fim das contas, apenas um comercial?

O caso Havaianas/Romário é o registro de um tempo em que a leveza ainda tinha espaço no intervalo da TV. Hoje, entre o "pé direito" da sorte e o "pé esquerdo" do azar, o que parece estar em falta é o pé no chão.

PUBLICIDADE:

PUBLICIDADE:

CÂMARA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ

CÂMARA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PEDRO DA ÁGUA BRANCA

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PEDRO DA ÁGUA BRANCA

PLATAFORMA BRASIL

PLATAFORMA BRASIL

BRASIL

BRASIL
Fale conosco via Whatsapp: +55 99 991420820

Pesquisar este blog


Publicidade:

ELETRO FRANÇA

ELETRO FRANÇA

HIDROZON - IMPERATRIZ/MA

HIDROZON - IMPERATRIZ/MA

ANUNCIE AQUI!

ANUNCIE AQUI!



Postagem em destaque

BOMBA! Fraude de documentos do CREA-MA e CONSTRUTORA MARAUTO ( TRANSFORMAR )

Diversas denúncias acerca de uma suposta fraude de documentos públicos, e um deles foi a falsificação de um termo de capacidade técnica da e...

RCNEWS TV

RCNEWS
logo%2BNova_ALEXANDRE%2BARA%25C3%259AJO%2Bpng

Recado para os Políticos

celso
Liberdade%2Bde%2Bimprensa%2B3

Arquivo do blog

Postagens mais visitadas

Arquivo do blog